"Também morre quem atira"

risco de uma pessoa que possui arma de fogo ser vítima fatal de um roubo

Autores

  • Renato Sérgio de Lima
  • Jacqueline Sinhoretto
  • Luci Gati Pietrocola

Palavras-chave:

Armas de fogo, Criminologia, Latrocínio, Monopólio estatal da violência, Autodefesa

Resumo

O artigo relata uma pesquisa que se propôs a estimar o risco que uma pessoa que anda armada tem de ser vítima fatal de um roubo. Conclui-se que as vítimas que portam armas de fogo no momento do crime de roubo correm um risco de 56% superior de serem mortas. Além disso, a média de vítimas fatais nos casos de latrocínio em que uma das vítimas estava armada é maior do que nos casos em que as vítimas estão desarmadas.

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Referências

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WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Brasília: UnB, 1991.

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Publicado

2000-01-01

Como Citar

LIMA, Renato Sérgio de; SINHORETTO, Jacqueline; PIETROCOLA, Luci Gati. "Também morre quem atira": risco de uma pessoa que possui arma de fogo ser vítima fatal de um roubo. Revista Brasileira de Ciências Criminais , São Paulo, v. 29, n. 29, p. 365–373, 2000. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3941. Acesso em: 20 out. 2026.
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