Between testosterone and responsibility
neuroscience, steroid abuse, and the limits of criminal culpability
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.19700265Keywords:
Criminal Law, Neuroscience, Anabolic steroids, Culpability, ImputabilityAbstract
This article investigates the interface between neuroscience and criminal law, focusing on the neurobiological effects of anabolic steroid abuse and their implications for the assessment of culpability. Based on the analysis of brain alterations caused by the prolonged use of synthetic testosterone and related substances—particularly in areas linked to inhibitory control, aggressiveness, and emotional regulation—it examines to what extent such modifications may affect culpability and imputability. The study adopts an interdisciplinary perspective, engaging with criminal dogmatics and recent neuroscientific literature, and seeks to answer whether the reduction of self-determination caused by steroid abuse should have legal relevance. Grounded in a review of national and international scholarships, the research concludes that strict and cautious criteria are necessary for incorporating neuroscientific findings into criminal law, in order to avoid both biological reductionism and the denial of neuroscience’s empirical contributions.
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