Sobre a Revista
O Boletim IBCCRIM é uma publicação científica mensal do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), em circulação contínua desde 1993, com edições em formato impresso e digital e disponibilização em acesso aberto, sem cobrança de taxas de submissão ou processamento. Dedicado aos campos do Direito Penal, Direito Processual Penal, Criminologia e Direitos Humanos, o periódico publica reflexões acadêmicas qualificadas, análises críticas de política criminal e jurisprudência comentada, articulando produção científica, debate institucional e prática judicial.
Com avaliação cega por pares, regularidade editorial, identificação institucional no ROR, ISSN impresso e eletrônico, além de indexação em bases e diretórios como Google Scholar, DOAJ, MIAR, BASE, ERIH PLUS, OASISBR, Latindex, LatinREV, Sumários.org, ROAD/ISSN, OpenAlex e presença em biblioteca internacional como a WorldCat, o Boletim IBCCRIM reúne atributos próprios de periódicos de excelência, ampliando a visibilidade, a confiabilidade e o alcance de sua produção científica.
Em seu conjunto, o Boletim IBCCRIM consolida-se como espaço editorial de referência para a crítica jurídica, comprometido com a democracia, a contenção do poder punitivo, a promoção dos direitos fundamentais e o fortalecimento do diálogo entre pesquisa, advocacia, ministério público, magistratura, sistema de justiça e sociedade civil. Trata-se, assim, de uma publicação vocacionada não apenas à divulgação científica, mas também à formação de uma cultura jurídica crítica, plural e socialmente comprometida.
Edição Atual
Este dossiê especial do Boletim IBCCRIM presta homenagem ao jurista Claus Roxin (1931–2025), cuja obra exerceu profunda influência no Direito Penal contemporâneo. Seu pensamento permanece atual e indispensável, orientando leituras garantistas do sistema penal e contribuindo para a contenção de tendências autoritárias no exercício do poder punitivo. Trata-se de rara e valiosa oportunidade de aprofundamento crítico de sua obra e de seu legado, que certamente permanecerão vivos no campo das ciências criminais, fomentando novas reflexões diante dos desafios contemporâneos decorrentes das complexas relações sociais, econômicas e culturais.









