Carlos Marighella

circunstâncias da morte e responsabilidade do Estado

Autores

  • Luís Francisco da S. Carvalho Filho

Palavras-chave:

Marighella, Responsabilidade do Estado, Execução sumária, Lei 9.140/95, Ditadura militar

Resumo

O artigo examina as circunstâncias da morte de Carlos Marighella e a responsabilidade do Estado, no âmbito da Comissão Especial criada pela Lei 9.140/95. A exposição parte da controvérsia entre a versão oficial, segundo a qual o líder da ALN morreu em enfrentamento armado, e a tese dos requerentes, de execução deliberada sob domínio dos agentes públicos. A investigação sustenta a interpretação abrangente do art. 4.º, I, b, que compreende os mortos sob custódia estatal, e analisa o relatório do DOPS, os laudos periciais e o parecer médico-legal, que aponta disparo fatal a curtíssima distância. O texto conclui pela inexistência de justa causa para a execução e pelo reconhecimento do nome.

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Biografia do Autor

Luís Francisco da S. Carvalho Filho

Membro da Comissão Especial da Lei 9.140/95.

Referências

BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia: uma defesa das regras do jogo. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina legal. São Paulo: Guanabara Koogan.

GORENDER, Jacob. Combate nas trevas. São Paulo: Ática.

MASSINI, Nelson. Parecer médico-legal.

SIMAS, Mario. Gritos de justiça.

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Publicado

1997-10-01

Como Citar

CARVALHO FILHO, Luís Francisco da S. Carlos Marighella: circunstâncias da morte e responsabilidade do Estado. Revista Brasileira de Ciências Criminais , São Paulo, v. 20, n. 20, p. 263–279, 1997. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3660. Acesso em: 20 out. 2026.

Edição

Seção

Pareceres e Trabalhos Forenses
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