De como o Estatuto do Tribunal Internacional Penal certifica um novo modelo de direito penal
Palavras-chave:
Estatuto do Tribunal Internacional Penal, Direito penal internacional, Jurisdição penal internacional, Modelo garantístico, Bens jurídicosResumo
O texto examina o Estatuto do Tribunal Internacional Penal aprovado em Roma, analisando criticamente suas normas de direito penal e de direito processual penal. A exposição percorre o âmbito de validade espacial, temporal e pessoal do novo direito penal, os pressupostos da infração e as causas de exclusão da responsabilidade, o sistema punitivo e o modelo processual garantístico adotado. A investigação adota a metodologia da análise jurídica e doutrinária. O texto sustenta que o Estatuto certifica um novo modelo de direito penal, fundado no consenso da comunidade internacional e na tutela de valores mínimos, e conclui pela importância de refletir sobre sua natureza, fundamento e incidências.
Downloads
Referências
ASSUNÇÃO, Maria Leonor. Criminal Procedure in Macau: structure and fundamental principles. In: The right to fair trial in international and comparative perspective. Hong Kong: Centre for Comparative and Public Law, The University of Hong Kong, 1997.
ASSUNÇÃO, Maria Leonor. Introdução ao tema crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Revista Portuguesa de Ciência Criminal, n. 6, 1996.
ASSUNÇÃO, Maria Leonor. O Tribunal Internacional Penal e o mito de Sísifo. Revista Portuguesa de Ciência Criminal, n. 8, 1998.
CHALIER, Catherine. Lévinas: a utopia do humano. Instituto Piaget.
CUNHA RODRIGUES. Sobre o princípio de igualdade de armas. Revista Portuguesa de Ciência Criminal, n. 1, 1991.
DIAS, Figueiredo. A Reforma do Processo Penal na Europa: o exemplo português. Comunicação apresentada à secção jurídico-penal da Sociedade de Direito Comparado, 1992.
DIAS, Figueiredo. Direito processual penal. Lições coligidas por Maria João Antunes. Coimbra: Secção de Textos, Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, 1988/9.
DIAS, Figueiredo. La protection des Droits de L'Homme dans la Procédure Pénale: rapport du Groupe National Portugais de l'A.I.D.P. Revue Internationale de Droit Pénal, n. 3, 1978.
DIAS, Figueiredo. Sobre os sujeitos processuais no novo Código de Processo Penal. In: O novo Código de Processo Penal. Coimbra: Almedina, 1997.
ECO, Umberto. Migrações, tolerância e intolerável. In: Cinco escritos morais. Difel, 1998.
GLUKSMANN, André. E Voltaire inventou a televisão. In: O bem e o mal: cartas imorais de Alemanha e de França. Ed. Inquérito, 1998.
HASSEMER. História das ideias penais. Lisboa: Associação de Alunos da Faculdade de Direito de Lisboa, 1995.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Os direitos autorais dos artigos publicados são do autor, com direitos do periódico sobre a primeira publicação.
Os autores somente poderão utilizar os mesmos resultados em outras publicações indicando claramente este periódico como o meio da publicação original. Se não houver tal indicação, considerar-se-á situação de autoplágio.
Portanto, a reprodução, total ou parcial, dos artigos aqui publicados fica sujeita à expressa menção da procedência de sua publicação neste periódico, citando-se o volume e o número dessa publicação. Para efeitos legais, deve ser consignada a fonte de publicação original.






