Tráfico interno de entorpecente

Autores

  • Rogério Lauria Tucci Universidade de São Paulo, USP, Brasil image/svg+xml

Palavras-chave:

Tráfico de entorpecente, Crime permanente, Competência jurisdicional, Conexão penal, Justiça Federal

Resumo

O presente parecer examina, mediante consulta sobre denúncia de tráfico de entorpecente e falsidade ideológica, se os fatos narrados caracterizam tráfico internacional ou interno de tóxico e qual a competência jurisdicional correspondente. Analisando a imputação concreta da denúncia, o art. 37 da Lei 6.368/76 e a natureza permanente do crime de porte pessoal de entorpecente, demonstra-se a insuficiência dos indícios de internacionalidade e a inexistência de tentativa, dada a consumação instantânea do delito. Examinada também a inocorrência de conexão entre o tráfico e a falsidade documental, conclui-se pela configuração de tráfico interno e pela competência da Justiça Estadual de São Paulo, restando nula, por incompetência absoluta, eventual atuação da Justiça Federal.

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Biografia do Autor

Rogério Lauria Tucci, Universidade de São Paulo, USP, Brasil

Professor Associado do Departamento de Direito Processual da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e Professor Titular da Faculdade de Direito das FMU.

Referências

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Publicado

1993-04-01

Como Citar

TUCCI, Rogério Lauria. Tráfico interno de entorpecente. Revista Brasileira de Ciências Criminais , São Paulo, v. 2, n. 2, p. 127–138, 1993. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3246. Acesso em: 20 out. 2026.
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