Uso de substâncias psicoativas

aspectos criminológicos e políticos

Autores/as

  • Joe Tennyson Velo

Palabras clave:

Substâncias psicoativas, Criminologia, Arquétipos, Política criminal, Intervenção mínima

Resumen

O texto trata do uso de substâncias psicoativas e dos seus aspectos criminológicos e políticos, partindo da constatação de que, em tempos de globalização, não falar do problema é alienação, e indagando se a questão se relaciona com a repressão, com a saúde pública ou com ambos. A exposição assume uma vertente criminológica de aproximação à etiologia, recorrendo à Psicologia Analítica de Jung e aos arquétipos, para mostrar que a busca da droga pode ter raízes arquetípicas, como ritual de iniciação falho de morte-renascimento. A investigação conclui que a eleição do uso de drogas como ilícito penal, através do porte para uso, não contribui para a repressão, por reprovar uma maneira de ser, gerar corrupção e mercado negro e ofender os princípios da intervenção mínima, lesividade e culpabilidade.

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Publicado

1997-04-01

Cómo citar

VELO, Joe Tennyson. Uso de substâncias psicoativas: aspectos criminológicos e políticos. Revista Brasileña de Ciencias Penales , São Paulo, v. 18, n. 18, p. 109–122, 1997. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3604. Acesso em: 20 oct. 2026.
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