Drogas

o modelo repressivo é inútil

Autores/as

  • Patricia Laurenzo Copello Universidade de Málaga, UMA, Espanha image/svg+xml

Palabras clave:

Drogas, Política criminal, Repressão, Despenalização, Prevenção

Resumen

O artigo critica o modelo repressivo de combate às drogas, apontando sua ineficácia e seus efeitos perniciosos sobre os Estados de Direito. A autora argumenta que a criminalização do tráfico e do consumo tem ampliado desmedidamente o Direito Penal, afrontado princípios como proporcionalidade, legalidade e presunção de inocência, além de premiar a delação e inverter o ônus probatório. A repressão penal não atinge as grandes organizações criminosas, apenas pequenos traficantes e consumidores, ao mesmo tempo que impõe pesados custos aos países produtores (América Latina) e legitima violações de direitos humanos. Conclui que a solução passa por uma política normalizada, com ênfase na prevenção e educação sanitária, reservando a intervenção penal para condutas graves (como difusão a menores) e despenalizando o consumo adulto.

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Biografía del autor/a

Patricia Laurenzo Copello, Universidade de Málaga, UMA, Espanha

Professora Titular de Direito Penal da Universidade de Málaga.

Citas

-

Publicado

1994-10-01

Cómo citar

COPELLO, Patricia Laurenzo. Drogas: o modelo repressivo é inútil. Revista Brasileña de Ciencias Penales , São Paulo, v. 8, n. 8, p. 38–40, 1994. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3335. Acesso em: 20 oct. 2026.

Número

Sección

Doctrina internacional
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