Reflexões a partir da suástica

Autores/as

  • Adauto Suannes Associação Juízes para a Democracia, AJD, Brasil

Palabras clave:

Suástica, Símbolo, Liberdade de pensamento, Racismo, Nazismo

Resumen

O texto examina a alteração introduzida pela Lei 8.882/94 no art. 20 da Lei 7.716/89, que pune quem fabricar, comercializar ou veicular símbolos que utilizem a cruz suástica para fins de divulgação do nazismo. Indaga se o legislador pode proibir a fabricação de um mero símbolo, quando a Constituição assegura a liberdade de pensamento, e se usar um símbolo constitui prática de racismo. Realiza uma digressão sobre o campo dos símbolos, analisando sua natureza, o simbolismo onírico e psiquiátrico, a importância do círculo e da cruz, e a ancestralidade da suástica, que, longe de ser exclusivamente nazista, é um símbolo milenar difundido em diversas culturas, significando bênção e boa sorte. Conclui que o uso artificial e arbitrário da suástica pelo nazismo não apaga seu caráter simbólico originário.

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Biografía del autor/a

Adauto Suannes, Associação Juízes para a Democracia, AJD, Brasil

Desembargador aposentado, Advogado, Membro da Associação "Juízes para a Democracia" e do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.

Citas

-

Publicado

1995-12-01

Cómo citar

SUANNES, Adauto. Reflexões a partir da suástica. Revista Brasileña de Ciencias Penales , São Paulo, v. 12, n. 12, p. 87–92, 1995. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3424. Acesso em: 20 oct. 2026.
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