A Conferência de Beijing e os fundamentalismos
Palabras clave:
Conferência de Beijing, Direitos da mulher, Fundamentalismo, Plataforma de Ação, Direitos humanosResumen
O texto examina a IV Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Beijing em 1995, situando-a no contexto da Agenda Social das Nações Unidas e da expansão dos fundamentalismos religiosos e do radicalismo neoliberal. Analisa a Conferência intergovernamental, o Fórum de ONGs de Huairou, a negociação da Plataforma de Ação e da Declaração de Beijing, com destaque para as áreas críticas, os direitos reprodutivos e sexuais, o aborto inseguro e a violência contra a mulher. Analisa ainda a preparação e a participação do Brasil, marcada pelo diálogo entre Governo e sociedade civil. Conclui que a Conferência representa a universalização dos direitos humanos das mulheres, apesar das reservas e dos fundamentalismos que os ameaçam.
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