Carandirú

uma questão de sensibilidades jurídicas

Autores/as

  • Andréa Bueno Buoro Universidade de São Paulo, USP, Brasil image/svg+xml

Palabras clave:

Carandirú, Direitos humanos, Sensibilidades jurídicas, Cidadania, Familiares de presos

Resumen

O artigo examina as percepções de direitos na sociedade brasileira a partir das entrevistas com familiares de presidiários do pavilhão 9 da Casa de Detenção de São Paulo, após a ação policial de 2 de outubro de 1992. A exposição parte da ambiguidade vivida por esses familiares, entre a defesa dos presos e a confirmação dos estigmas sociais, e analisa os descompassos entre a lei e os costumes vigentes, com apoio em Oliveira Vianna, Alberto Torres, Sérgio Buarque de Holanda e Roberto DaMatta. A investigação examina a universalidade dos direitos e a relatividade da cultura, recorrendo às sensibilidades jurídicas de Clifford Geertz. O texto conclui que os direitos humanos são percebidos como privilégios para bandidos.

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Biografía del autor/a

Andréa Bueno Buoro, Universidade de São Paulo, USP, Brasil

Mestranda em Antropologia Social na Universidade de São Paulo e pesquisadora do NEPS.

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Publicado

1997-10-01

Cómo citar

BUORO, Andréa Bueno. Carandirú: uma questão de sensibilidades jurídicas. Revista Brasileña de Ciencias Penales , São Paulo, v. 20, n. 20, p. 281–292, 1997. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3661. Acesso em: 20 oct. 2026.

Número

Sección

Sociologia Jurídica
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