O finalismo, hoje

Autores

Palavras-chave:

Finalismo, Conceito finalista de ação, Dolo, Teoria da imputação objetiva, Culpabilidade

Resumo

O texto examina a evolução e a atualidade do finalismo penal, analisando o conceito finalista de ação, o sistema da teoria jurídica do delito dele derivado, o conceito finalista de autor e sua situação contemporânea. Sustenta que, embora a tese da vinculação do Direito às estruturas lógico-objetivas seja hoje refutada, suas consequências para a teoria do delito são geralmente aceitas, especialmente a inclusão do dolo no tipo de injusto dos delitos dolosos. Analisa o ressurgimento do normativismo frente ao ontologismo finalista, a concepção pessoal do injusto e a teoria da culpabilidade, concluindo que a teoria da imputação objetiva vem completar, e não questionar, a contribuição básica do finalismo, mantendo-se a distinção entre os tipos de injusto e restringindo-se o tipo objetivo mediante critérios de imputação objetiva.

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Biografia do Autor

José Cerezo Mir, Universidad de Zaragoza, Unizar, Espanha

Catedrático de Direito Penal da Universidade de Saragoça - Espanha.

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Publicado

1995-12-01

Como Citar

CEREZO MIR, José. O finalismo, hoje. Revista Brasileira de Ciências Criminais , São Paulo, v. 12, n. 12, p. 39–49, 1995. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3421. Acesso em: 20 out. 2026.

Edição

Seção

Doutrina Internacional
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