Estrutura das organizações criminosas

Autores

  • José Carlos Gomes

Palavras-chave:

Crime organizado, Organizações criminosas, Macrocriminalidade, Modelos, Estratégia

Resumo

O artigo examina a estrutura das organizações criminosas, distinguindo a quadrilha ou bando do crime organizado. A exposição parte da preocupação social com o crescimento da criminalidade e do enfoque econômico de Gary Becker sobre a escolha racional do delito, para analisar a microcriminalidade e a macrocriminalidade, esta última apresentada como empresa do crime que viola a coletividade e visa lucro. O texto analisa a estratégia das organizações criminógenas, a origem do crime organizado, o efeito telúrico e o espaço vital, aplicando-os a exemplos internacionais e ao sistema penitenciário. A investigação descreve os modelos parasita predador, predatório parasítico e funcional explorativo. A conclusão aponta a aplicação desses modelos às organizações horizontalizadas e verticalizadas.

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Referências

BECKER, Gary. Crime and punishment: an economic approach. Journal of Political Economy, 1975.

PEZZIN, Liliana E. Criminalidade urbana e crise econômica: o caso de São Paulo. IPE/USP, 1986.

REALE JÚNIOR, Miguel. Liberdade política. In: Novos rumos do sistema criminal. Rio de Janeiro: Forense, 1983.

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Publicado

1998-04-01

Como Citar

GOMES, José Carlos. Estrutura das organizações criminosas. Revista Brasileira de Ciências Criminais , São Paulo, v. 22, n. 22, p. 125–129, 1998. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3732. Acesso em: 20 out. 2026.

Edição

Seção

Criminologia e Medicina Legal
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