O Ministério Público como garantia do princípio da imparcialidade do juiz, da presunção de inocência e da liberdade individual
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.15660403Palabras clave:
Ministério Público, presunção de inocência, liberdade individual, imparcialidade do juiz, sistema acusatórioResumen
O presente artigo explora o papel central do Ministério Público no sistema acusatório brasileiro, com foco na defesa da imparcialidade do juiz, da presunção de inocência e da liberdade individual do acusado. Discute-se a evolução do papel do MP como pilar do processo penal democrático, atuando como guardião das normas processuais e dos direitos fundamentais. A análise também abrange a importância de sua função acusatória em consonância com o devido processo legal, refletindo sobre as implicações da atuação ministerial na proteção das liberdades individuais.
Descargas
Citas
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de direito administrativo. 35. ed., rev. e atual. São Paulo: JusPodivm, 2021.
BRASIL, REsp n. 2.022.413/PA, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, relator para acórdão Ministro Rogerio Schietti Cruz, Sexta Turma, julgado em 14/2/2023, DJe 7/3/2023.
COUTINHO, Jacinto Nelson de Miranda. O juiz das garantias e o interesse dos juízes. Revista Eletrônica Consultor Jurídico, 6 jan. 2020. Disponível em https://www.conjur.com.br/2023-out-17/criminal-player-juiz-garantias-interesse-juizes/. Acesso em 2 set. 2024.
FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder – Formação do Patronato brasileiro. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Globo, 2001.
LIMA, Martonio Mont'Alverne Barreto. Ideologia e separação dos poderes. 1993. 188 f. Dissertação.
________________________________ROCHA, J. B.. Constituição Federal: 30 anos de promulgação, 28 anos de vigência. Revista Eletrônica Consultor Jurídico, 5 out. 2018. Disponível em https://www.conjur.com.br/2018-out-05/opiniao-30-anos-promulgacao-28-anos-vigencia-cf/. Acesso em 2 set. 2024
NETTO, Willibald Quintanilha Bibas; SOUZA, Murilo Darwich Castro de; PINHEIRO, Giovanna Gabrielly Gomes. O Sistema Acusatório No Processo Penal Brasileiro e sua (In) Compatibilidade Com O Artigo 385 Do Código De Processo Penal. In Direito penal, processo penal e constituição III [Recurso eletrônico on-line] org. CONPEDI Coord. Dani Rudnicki; Luciano Filizola da Silva; Thiago Allisson Cardoso De Jesus – Florianópolis: CONPEDI, 2024.
PRADO, Geraldo. Prova penal e sistema de controles epistêmicos: a quebra da cadeia de custódia das provas obtidas por métodos ocultos. São Paulo: Marcial Pons, 2014.
RANGEL, Paulo. Tribunal do Júri: visão linguística, histórica, social e jurídica. São Paulo: Atlas, 2012.
ROCHA, Jorge Bheron; STRECK, Lenio Luiz; MUNIZ; Gina Ribeiro Gonçalves. Preventiva após pedido de absolvição ou impronúncia é ranço inquisitório. Revista Eletrônica Consultor Jurídico, 16 fev. 2021. Disponível em https://www.conjur.com.br/2021-fev-16/opiniao-preventiva-pedido-absolvicao-ranco-inquisitorio. Acesso em 2 set. 2024.
_____________________________________. A batalha: o velho inquisitivismo não quer morrer — mas o novo nascerá. Revista Eletrônica Consultor Jurídico, 6 jan. 2020. Disponível em https://www.conjur.com.br/2020-jan-06/opiniao-velho-inquisitivismo-nao-morrer-nascera/. Acesso em 2 set. 2024.
STRECK, Lenio Luiz. Projeto de lei para evitar a parcialidade na produção de prova penal. Revista Consultor Jurídico, 19 setembro de 2019. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-set-19/senso-incomum-projeto-lei-evitar-parcialidade-producao-prova-penal/. Acesso em: 2 set. 2024.
___________________. Verdade e consenso: Constituição, hermenêutica e teorias discursivas. 6. ed. Rio de Janeiro: Saraiva, 2017.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Prof. Me. Jorge Bheron Rocha, Lenio Streck

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los derechos de autor de los artículos publicados pertenecen al autor, pero con los derechos de la revista sobre la primera publicación y respetando el periodo de exclusividad de un año. Los autores sólo podrán utilizar los mismos resultados en otras publicaciones indicando claramente esta revista como medio de la publicación original. Si no existe tal indicación, se considerará una situación de autoplagio.
Por tanto, la reproducción, total o parcial, de los artículos aquí publicados queda sujeta a la mención expresa del origen de su publicación en esta revista, citando el volumen y número de la misma. A efectos legales, deberá consignarse la fuente de la publicación original, así como el enlace DOI de referencia cruzada (si lo hubiera).




