Sobre la necesidad de revisar las categorías dogmáticas de la corrupción a través del lobby
una propuesta para la despenalización de la política
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.17487012Palabras clave:
Lobby, Corrupção, Regulamentação, DemocraciaResumen
El texto busca definir qué es el lobbying y cuáles son los desafíos para abordar el tema de manera que se pueda proponer una revisión de las categorías dogmáticas del delito de corrupción. El lobby se conceptualiza como la influencia de los tomadores de decisiones públicas para obtener una ventaja o evitar una desventaja. Se aborda esta práctica del instrumento teórico que define el funcionamiento de la democracia, cuando se ve que el enfoque adoptado (anglosajón o revolucionario francés) influye en la dificultad de tratamiento del tema. La práctica también se proyecta al ordenamiento jurídico para entenderla como lícita y parte de la libertad del individuo. Finalmente, se establece que recientes entendimientos doctrinales y jurisprudenciales sobre el delito de corrupción lo han confundido con la práctica de lobby, por lo que, para que su práctica sea viable en Brasil, además de la regulación legislativa, es necesaria la revisión de la doctrina dogmática. categorías de delitos a través de este marco.
Descargas
Citas
CAMPOS, Nauro F.; GIOVANNONI, Francesco. Political institucions, lobbying and corruption. Journal of Institutional Economics, v. 13, n. 4, 2017.
ENGELS, Friedrich. Origem da família, da propriedade privada e do estado. Trad. Leandro Konder. 8. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.
FERNANDES, Fernando Andrade. O processo penal como instrumento de política criminal. Coimbra: Almedina, 2001.
GONTIJO, Conrado Almeida Corrêa. Lobby: estudo de direito comparado e necessidade de regulamentação do instituto no ordenamento jurídico brasileiro. Orientador: Miguel Reale Junior. 2019. Tese (Doutorado em Direito) –Faculdade de Direito – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019. Disponível em: [https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2136/tde-07082020-143557/pt-br.php]. Acesso em: 13.10.2023.
GRECO, Luis. TEIXEIRA, Adriano (Org.). Crime e política: corrupção, financiamento irregular de partidos políticos, caixa dois eleitoral e enriquecimento ilícito. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2017.
MANCUSO, W. P.; GOZETTO, A. C. O. Lobby: instrumento democrático de representação de interesses? Organicom, São Paulo, v. 8, n. 14, 2011. p. 118-128. DOI: [https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2011.139088].
MANCUSO, Wagner Pralon. GOZETTO, Andréa Cristina Oliveira. Lobby e políticas públicas. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2018.
ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. Lobbyists, Governments and Public Trust: Increasing Transparency through Legislation. Paris: OCDE, 2009. Disponível em: [https://www.oecd.org/publications/lobbyists-governments-and-public-trust-volume-1-9789264073371-en.htm]. Acesso em: 15.10.2023.
OLIVEIRA, Andrea Cistina de Jesus. Breve histórico sobre o desenvolvimento do lobbying no Brasil. Revista de Informação Legislativa, Brasília, v. 42, n. 168, 2005. p. 29-43. Disponível em: [https://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/928]. Acesso em: 13.10.2023.
PETRILLO, Pier Luigi. Teorias e técnicas do lobbying. Trad. Antônio Araldo Ferraz dal Pozzo e Augusto Neves dal Pozzo. São Paulo: Contracorrente, 2022.
QUANDT, Gustavo de Oliveira. O crime de corrupção e a compra de boas relações. In: GRECO, Luis; TEIXEIRA, Adriano (Org.). Crime e política: corrupção, financiamento irregular de partidos políticos, caixa dois eleitoral e enriquecimento ilícito. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2017.
ROSSEAU, Jean-Jacques. O discurso sobre a origem da desigualdade. Trad. Maria Lacerda de Moura. [S.l.]: Ridendo Catigat Moraes, 2002.
ROXIN, Claus. Política criminal e sistema jurídico penal. Trad. Luís Greco. Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
SAAD-DINIZ, Eduardo. Vitimologia corporativa. São Paulo: Tirant lo Blanch, 2019.
SALVADOR NETTO, Alamiro Velludo. Direito penal e propriedade privada: a racionalidade do sistema penal na tutela do patrimônio. São Paulo: Atlas, 2014.
SANSON, Alexandre. Dos grupos de pressão na democracia representativa: os limites jurídicos. Orientadora: Monica Herman Salem Caggiano. 2014. Tese (Doutorado em Direito) –Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. Disponível em: [https://teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-28072014-133210/pt-br.php]. Acesso em: 13.10.2023.
SILVA, Vírgilio Afonso da. Direito constitucional brasileiro. São Paulo, Ed. USP. 2021.
SOUZA, Arthur de Brito Gueiros; JAPIASSÚ, Carlos Eduardo Adriano. Direito penal. 2 ed. rev. atual. ampl. São Paulo, Atlas, 2020. Volume único.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Os direitos autorais dos artigos publicados são do autor, com direitos do periódico sobre a primeira publicação.
Os autores somente poderão utilizar os mesmos resultados em outras publicações indicando claramente este periódico como o meio da publicação original. Se não houver tal indicação, considerar-se-á situação de autoplágio.
Portanto, a reprodução, total ou parcial, dos artigos aqui publicados fica sujeita à expressa menção da procedência de sua publicação neste periódico, citando-se o volume e o número dessa publicação. Para efeitos legais, deve ser consignada a fonte de publicação original.






