Dolo eventual
o que é "assumir o risco" no Art. 18, I, do CP?
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18807118Palabras clave:
Dolo eventual, Assumir o risco, Intenção e riscoResumen
A expressão “assumir o risco de produzir o resultado” contida no art. 18, I, da CP brasileiro define a atitude volitiva do sujeito nas condutas a serem classificadas na categoria do dolo eventual. Porém, devido à ambiguidade da fórmula legal, para a adequada compreensão do sentido pelo qual esta terminologia foi empregada por ocasião da elaboração do texto legal é necessária a consideração das fontes que serviram de inspiração para sua elaboração. Porém, considerando-se que a definição legal foi elaborada há quase um século e que nesse período a ciência jurídica evoluiu muito na definição dos aspectos que caracterizam a atitude do sujeito que deva implicar a classificação de sua conduta como dolosa, para a adequada compreensão do sentido da expressão também é necessária uma reinterpretação do texto legal visando a atualização de seu sentido de acordo com o estado atual da teoria e prática jurídica.
Descargas
Citas
BREIDENBACH, Moritz Wilhelm August. Commentar über das Großherzoglich Hessesche Strafgesetzbuch. 1. Band. 2. Abteilung. Darmstadt: Jonghaus, 1844.
BRUNO, Aníbal. Direito Penal. Parte geral. tomo II. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1967.
CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal. Parte Geral. vol. 1. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
COSTA E SILVA, Antonio José da. Código Penal dos Estados Unidos do Brasil. vol. I. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1930.
EISELE, Andreas. Dolo. Salvador: Juspodivm, 2024.
ENGISCH, Karl. Untersuchungen über Vorsatz und Fahrlässigkeit im Strafrecht. Berlin: Liebmann, 1930.
EVANGELISTA DE JESUS, Damásio. Direito Penal. Parte geral. vol. I. 33. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
FRAGOSO, Heleno Cláudio. Lições de Direito Penal. 16. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2004.
FRANK, Hans. Nationalsozialistisches Handbuch für Recht und Gesetzgebung. 2. Auflage. München: Eher, 1935.
FRANK, Reinhard. Das Strafgesetzbuch für das Deutsche Reich. 5. Auflage. Tübingen: Mohr, 1908.
____________________. Vorstellung und Wille in der modernen Doluslehre. Zeitschrift für die gesamte Strafrechtswissenschaft. 10. Band. Berlin: De Gruyter, 1890.
FRISCH, Wolfgang. Vorsatz und Risiko. Köln: Heymanns, 1983.
GARCIA, Basileu. Instituições de Direito Penal. vol. I. tomo I. 7. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
HÄLSCHNER, Hugo. Das gemeine Deutsche Strafrecht. 1. Band. Bonn: Marcus, 1881.
HERRMANN, Emil. Ueber Absicht und Vorsatz überhaupt und über unbestimmte und indirecte Absicht insbesondere. Archiv des Criminalrechts. Neue Folge. 1./4. Stücke. Braunschweig: Schwetschke, 1856.
HERZBERG, Rolf Dietrich. Die Abgrenzung von Vorsatz und bewußter Fahrlässigkeit. Juristische Schulung (JuS). 26. Jahrgang. Heft 4. München: Beck, 1986.
HINÜBER, Oskar Leuer von; TEGTMEYER, Werner. Strafrecht. 9. Auflage. Leipzig: Koblhammer, 1943.
HIPPEL, Robert von. Die Grenze von Vorsatz und Fahrlässigkeit. Leipzig: Hirzel, 1903.
HOFF, August von. Über Verbrechen aus indirekter Absicht. Berlin: Himburg, 1791.
HUNGRIA, Nelson Hoffbauer; FRAGOSO, Heleno Cláudio. Comentários ao Código Penal. vol. I. tomo II. 5. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1978.
KLEIN, Ernst Ferdinand. Grundsätze des gemeinen deutschen peinlichen Rechts. Halle: Schwetschke, 1796.
KLEINSCHROD, Gallus Aloys. Systematische Entwickelung der Grundbegriffe und Grundwahrheiten des peinlichen Rechts. 1. Teil. 2. Ausgabe. Erlangen: Palm, 1799.
LACMANN, W. Die Abgrenzung der Schuldformen in der Rechtslehre und im Vorentwuerf zu einen deutschen Strafgesetzbuch. Zeitschrift für die gesamte Strafrechtswissenschaft (ZStW). 31. Band. Berlin: Guttentag, 1911
LEYSERI, Avgvstini. Meditationes ad Pandectas. vol. IX. 3. ed. Lipsiæ: Meisnervm, 1748.
MIŘIČKA, August. Die Formen der Strafschuld. Leipzig: Hirschfeld, 1903.
MITTERMAIER, Carl Joseph Anton. Ueber den Begriff und die Merkmale des bösen Vorsatzes. Neues Archiv des Criminalrechts. 2. Band. 4. Stück. Halle: Schwetscke, 1818.
MEYER, Hugo. Lehrbuch des Deutschen Strafrechts. 3. Auflage. Erlangen: Deichert, 1882.
MEZGER, Edmund. Deutsches Strafrecht – Ein Leitfaden. Berlin: Junker und Dünnhaupt, 1936.
NORONHA, Edgard Magalhães. Direito Penal. Parte geral. vol. I. 29. ed. São Paulo: Saraiva, 1991.
PHILIPPS, Lothar. Dolus eventuais als Problem der Entescheidung unter Risiko. Zeitschrift für die gesamte Strafrechtswissenschaft (ZStW). 85. Band. Berlin: De Gruyter, 1973.
PIMENTEL, Francisco Mendes. Dolo, preterintencionalidade, culpa, caso. Revista da Faculdade Livre de Direito do Estado de Minas Gerais. vol. X. Belo Horizonte: Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais, 1918.
PÜTTMANN, Josias Ludwig Ernst. De definitione inter animum occidendi directum et indirectum e iurisprudentia criminali eliminanda. Miscellaneorvm liber singvlaris. Lipsiae: Weidmannia, 1793.
REGGE, Jürgen; SCHUBERT, Werner. Quellen zu Reform des Straf- und Strafprozeßrechts. II. Abteilung. NS-Zeit (1933-1939) – Strafgesetzbuch. Band 1. Entwürfe eines Strafgesetzbuchs. 2. Teil. Berlin: de Gruyter, 1990.
SCHÄFER, Karl. Strafgesetzbuch. Berlin: Heymanns, 1935, p. 37; SCHWARZ, Otto. Strafgesetzbuch. 5. Auflage. Berlin: Beck, 1938.
ROXIN, Claus. Zur Abgrenzung von bedingtem Vorsatz und bewußter Fahrlässigkeit. Juristische Schulung. 4. Jahrgang. Heft 2. München: Beck, 1964.
____________________. Strafrecht. Allgemeiner Teil. 1. Band. 4. Auflage. München: Beck, 2006.
SCHÖNKE, Adolf. Strafgesetzbuch - Kommentar. München: Beck, 1942.
SIQUEIRA, Galdino. Direito Penal Brazileiro. vol. I. Rio de Janeiro: J. Ribeiro dos Santos, 1921.
STRATENWERTH, Günter. Dolus eventualis und bewußte Fahrlässigkeit. Zeitschrift für die gesamte Strafrechtswissenschaft (ZStW). 71. Band. Berlin: De Gruyter, 1959.
____________________. Strafrecht. Allgemeiner Teil. Berlin: Heymanns, 1971.
WÄCHTER, Carl Georg. Lehrbuch des Römisch- Teutschen Strafrechts. 1. Teil. Stuttgart: Metzler, 1825.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Os direitos autorais dos artigos publicados são do autor, com direitos do periódico sobre a primeira publicação.
Os autores somente poderão utilizar os mesmos resultados em outras publicações indicando claramente este periódico como o meio da publicação original. Se não houver tal indicação, considerar-se-á situação de autoplágio.
Portanto, a reprodução, total ou parcial, dos artigos aqui publicados fica sujeita à expressa menção da procedência de sua publicação neste periódico, citando-se o volume e o número dessa publicação. Para efeitos legais, deve ser consignada a fonte de publicação original.






