A lógica na investigação criminal

Autores/as

  • Marco Antonio Desgualdo

Palabras clave:

Investigação criminal, Lógica, Abdução, Inquérito policial, Verdade

Resumen

O artigo examina a lógica na investigação criminal, partindo da função constitucional da Polícia Judiciária de apurar infrações penais e da compreensão da apuração como busca da verdade. A exposição analisa os estados do espírito humano diante do conhecimento, as espécies de provas e as três formas de raciocínio científico, a dedução, a indução e a abdução, além da intuição. A investigação adota a metodologia da revisão teórica e filosófica, com base em Malatesta, Peirce, Copi, Eco e Sebeok. O texto relaciona os métodos lógicos à prática investigatória e conclui que a verdadeira investigação se sustenta no tripé ciência, lógica e legalidade, tendo o inquérito policial como sua linguagem formalizada.

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Citas

ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Tradução: Alfredo Bosi. São Paulo: Mestre Jou, 1982.

COELHO, Fábio Ulhoa. Roteiro de lógica jurídica. São Paulo: Max Limonada, 1997.

COPI, Irving Marmer. Introdução à lógica. Tradução: Álvaro Cabral. São Paulo: Mestre Jou, 1978.

ECO, Umberto; SEBEOK, Thomas A. O signo de três. Tradução: Silvana Garcia. São Paulo: Perspectiva, 1991.

MALATESTA, Nicola Framarino Dei. A lógica das provas em matéria criminal. Tradução: Paolo Capitanio. São Paulo: Bookseller, 1996.

PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica. Tradução: José Teixeira Coelho Neto. São Paulo: Perspectiva, 1995.

TELES, Antônio Xavier. Introdução ao estudo de filosofia. São Paulo: Ática, 1986.

Publicado

1999-07-01

Cómo citar

DESGUALDO, Marco Antonio. A lógica na investigação criminal. Revista Brasileña de Ciencias Penales , São Paulo, v. 27, n. 27, p. 288–293, 1999. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3889. Acesso em: 20 oct. 2026.

Número

Sección

Polícia e Direito
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