Movimento social reivindicatório não se confunde com quadrilha ou bando

Autores/as

  • Dyrceu Aguiar Dias Cintra Junior

Palabras clave:

Movimento social, Quadrilha ou bando, Esbulho possessório, Reforma agrária, Responsabilidade penal objetiva

Resumen

O artigo comenta o acórdão da Apelação Criminal 272.550-3/0, da 5.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, que absolveu integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra da acusação de quadrilha ou bando e furto qualificado. A exposição analisa a decisão que afastou a tipicidade do esbulho possessório pela ausência do elemento subjetivo específico, bem como a impossibilidade de atribuir a todos os participantes os atos de violência praticados por alguns, à luz da vedação da responsabilidade penal objetiva. A investigação conclui pela correção técnica do julgado e destaca sua contribuição para a compreensão da luta pela reforma agrária como expressão de cidadania.

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Citas

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SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Justiça. Apelação Criminal n. 272.550-3/0. Relator: Des. Dante Busana. São Paulo, 26 out. 2000.

Publicado

2002-04-01

Cómo citar

CINTRA JUNIOR, Dyrceu Aguiar Dias. Movimento social reivindicatório não se confunde com quadrilha ou bando. Revista Brasileña de Ciencias Penales , São Paulo, v. 38, n. 38, p. 335–343, 2002. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/4120. Acesso em: 20 oct. 2026.

Número

Sección

Comentário de Jurisprudência
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