Princípio da insignificância

Autores

  • Ricardo Felipe R. Macieira

Palavras-chave:

Princípio da insignificância, Criminalidade de bagatela, Tipicidade material, Furto, Absolvição

Resumo

A decisão examina ação penal por furto qualificado, imputando ao acusado o subtração de relógio de parede da sede da Prefeitura, com abuso de confiança e destreza. Apesar de provadas autoria e materialidade, inclusive pela confissão, absolve o réu com base no princípio da insignificância, sustentando que o Direito Penal, de caráter fragmentário, não deve ocupar-se da criminalidade de bagatela. Invoca Roxin, Toledo e Gallas para afirmar que a tipicidade é conceito material, exigindo lesividade relevante, e que, devolvida voluntariamente a res furtiva e ausente lesão ao patrimônio, a conduta é atípica. Conclui pela absolvição, com base no art. 386, III, do Código de Processo Penal.

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Referências

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Publicado

1996-07-01

Como Citar

MACIEIRA, Ricardo Felipe R. Princípio da insignificância. Revista Brasileira de Ciências Criminais , São Paulo, v. 15, n. 15, p. 357–359, 1996. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/RBCCRIM/article/view/3537. Acesso em: 20 out. 2026.

Edição

Seção

Pareceres e Trabalhos Forenses
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