Directrices políticocriminales del Código Penal español
un análisis crítico
Palavras-chave:
Código Penal español, Política criminal, Criminología, Reforma penal, Intervención mínimaResumo
El artículo examina críticamente las directrices políticocriminales del Código Penal español de 1995, partiendo de que el Código es sólo una pieza del sistema legal y de que su calidad no se mide únicamente por la coherencia normativa, sino por la satisfacción de las expectativas sociales de reparación, resocialización e integración. El autor analiza el denominado Código Penal de la democracia, sus aportaciones políticocriminales y dogmáticas en las partes general y especial, y las carencias criminológicas, políticocriminales y técnicas de la reforma. Mediante análisis crítico, señala la precipitación de su aprobación, el déficit de debate previo, el rigor desproporcionado y los resabios autoritarios. Concluye que el Código representa una mejora sensible, pero frustra expectativas por carecer de criterios criminológicos sólidos.
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