Existe vida entre a negação institucional e o populismo penal

por uma política democrática de segurança pública

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.22921941

Palabras clave:

segurança pública, democracia, crime organizado, populismo penal, políticas baseadas em evidências

Resumen

Partindo da crítica à Lei Antifacção, o artigo examina os limites de abordagens que reduzem as instituições de justiça e segurança a instrumentos invariáveis de repressão e violência. Sustenta que essa perspectiva invisibiliza vítimas, agentes públicos comprometidos com a legalidade, poder territorial, econômico e político de facções e milícias, e a demanda legítima por responsabilização criminal e segurança pública. Defende um programa democrático que combine prevenção social, repressão qualificada, segurança pública baseada em evidências, integridade institucional e controle do poder punitivo. Experiências brasileiras demonstram que reformas graduais podem reduzir a violência, preservar vidas e fortalecer a democracia, mas precisam estar articuladas com reformas estruturais para que tenham sustentabilidade no longo prazo.

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Biografía del autor/a

Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil

Doutor em Sociologia UFRGS. Professor titular da Escola de Direito da PUCRS. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Coordenador do Departamento de Justiça Penal e Segurança Pública do IBCCrim, gestão 2025/2026. Sociólogo e jurista.

Alberto Liebling Kopittke, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil

Doutor em Políticas Públicas pela UFRGS. Diretor executivo do Instituto Cidade Segura. Advogado. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1264-0956. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2796093882157423.

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TROPA DE ELITE. Direção: José Padilha. Produção: José Padilha e Marcos Prado. Brasil: Zazen Produções, 2007. 1 filme (115 min), som, cor.

Publicado

2026-09-29

Cómo citar

AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; KOPITTKE, Alberto Liebling. Existe vida entre a negação institucional e o populismo penal: por uma política democrática de segurança pública. Boletín IBCCRIM, São Paulo, v. 34, n. 407, p. 11–15, 2026. DOI: 10.5281/zenodo.22921941. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/boletim_1993/article/view/3164. Acesso em: 30 sep. 2026.

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