A volta da prisão perpétua
burla de etiquetas e flagrante inconstitucionalidade no Pacote Anti(pró)-Facção
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.22922313Palabras clave:
Pacote Antifacção, prisão perpétua, individualização da pena, execução penal, progressão de regimeResumen
EL REGRESO DE LA CADENA PERPETUA: UN ERROR DE ETIQUETAS Y UNA INCONSTITUCIONALIDAD FLAGRANTE EN EL PAQUETE ANTIPRO-FACCIÓN
Este artículo analiza la pena impuesta por el nuevo delito de dominación social estructurada y el endurecimiento de la ejecución penal introducido por la Ley n° 15.358/2026. Parte de la tensión entre las garantías constitucionales de individualización de la pena y la prohibición de las condenas perpetuas, y la introducción de penas cada vez más severas asociadas a nuevos regímenes de ejecución más prolongados y restrictivos. Argumenta, con base en el imperativo constitucional, que una pena formalmente temporal no puede representar materialmente, por su cuantía y/o forma de ejecución, una sanción desproporcionada, una verdadera cadena perpetua.
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