Racismo além da pele
riscos da reprodução de preconceitos estruturais em inteligências artificiais baseadas em cópia mental
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.17288115Palavras-chave:
pós-humanismo, seletividade penal, inteligência artificial, racismoResumo
A presente pesquisa analisa se, em contextos futuros de cópia mental para máquinas, o racismo persistiria mesmo sem o corpo físico. Parte-se do problema de que a discriminação não se limita à cor da pele, mas se ancora em padrões culturais e simbólicos. Assim, hipotetiza-se que a seletividade penal e o preconceito contra pessoas negras seguiriam operando via algoritmos, reproduzindo estruturas históricas de dominação. Por fim, o método adotado é o qualitativo, com uma abordagem hipotético-dedutiva, fundamentado em revisão bibliográfica nas áreas de criminologia, pós-humanismo e estudos raciais, especialmente no contexto brasileiro.
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