Racial profiling, novas tecnologias e racismo estrutural

Autores/as

Palabras clave:

Perfilamento racial, Racismo estrutural

Resumen

Um homem parado ao lado de um carro em via pública poderia ser apenas o que estas palavras descrevem, desde que esse homem não fosse um homem negro. Francisco Cícero dos Santos Júnior é a prova disso. Abordado pela polícia durante um patrulhamento de rotina, foi avistado e descrito como “um indivíduo de cor negra que estava em cena típica de tráfico de drogas”. Nenhuma outra característica foi empregada para descrever Francisco, porque a epiderme preta é o gatilho que impulsiona e legitima o aparato repressivo estatal. Assim, ele foi conduzido e preso para, em seguida, ser denunciado e condenado por tráfico de drogas. Em linhas gerais, esse é o pano de fundo do julgamento que se iniciou no dia 1º de março deste ano, perante o Supremo Tribunal Federal, por força da impetração do HC 208.240 pela Defensoria Pública de São Paulo.

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Biografía del autor/a

Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, Instituto Brasileiro de Ciências Criminais

instituto Brasileiro de Ciências Criminais - IBCCRIM

Citas

Instituto Brasileiro de Ciências Criminais - IBCCRIM

Publicado

2023-05-25

Cómo citar

INSTITUTO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS CRIMINAIS. Racial profiling, novas tecnologias e racismo estrutural. Boletín IBCCRIM, São Paulo, v. 31, n. 366, p. 2–3, 2023. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/boletim_1993/article/view/553. Acesso em: 24 jun. 2026.

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