TERRORISMO Y CRIMEN ORGANIZADO EN EL DERECHO BRASILEÑO

LÍMITES CONCEPTUALES Y REPERCUSIONES INTERNACIONALES

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.16943605

Palabras clave:

Crimen organizado, Criminología, Derecho internacional, Derecho penal, Terrorismo

Resumen

Este artículo examina los límites conceptuales y jurídicos entre el crimen organizado y el terrorismo, basándose en marcos de la criminología y el derecho brasileño. Argumenta que estas categorías difieren en motivación, estructura y propósito, lo que requiere respuestas estatales específicas y diferenciadas. El trabajo analiza los instrumentos jurídicos nacionales e internacionales que rigen cada fenómeno e identifica los riesgos asociados a una expansión indebida de la clasificación de terrorismo para incluir a las organizaciones criminales. Finalmente, analiza el posible impacto de las clasificaciones unilaterales en la soberanía nacional, la cooperación jurídica internacional y la coherencia de las políticas de seguridad pública.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

David Pimentel Barbosa de Siena, Universidade Municipal de São Caetano do Sul

Profesor de Criminología, Direito Penal y Direito Processual Penal de la Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (Acadepol) y de la Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). Doutor e Mestre em Ciências Humanas e Sociais de la Universidade Federal do ABC (UFABC). Delegado de Policía del Estado de São Paulo.

Citas

AMBOS, Kai. Judicial creativity at the Special Tribunal for Lebanon: is there a crime of terrorism under international law? Leiden Journal of International Law, Cambridge, v. 24, n. 3, p. 655-675, 2011. https://doi.org/10.1017/S0922156511000215

BORBA, Pedro; CEPIK, Marco Aurélio Chaves. Crime organizado, Estado e segurança internacional. Contexto Internacional, v. 33, n. 2, p. 375-405, jul./dez. 2011: https://doi.org/10.1590/S0102-85292011000200005

BRASIL. Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013. Define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal; altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal); revoga a Lei nº 9.034, de 3 de maio de 1995; e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2013. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12850.htm. Acesso em: 19 ago. 2025.

BRASIL. Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016. Regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização terrorista; e altera as Leis n º 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e 12.850, de 2 de agosto de 2013. Brasília: Presidência da República, 2016. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13260.htm. Acesso em: 19 ago. 2025.

CILLUFFO, Frank. The threat posed from the convergence of organized crime, drug trafficking, and terrorism. Testimony before the U.S. House Committee on the Judiciary, Subcommittee on Crime. Washington, D.C., 13 dez. 2000. Disponível em: https://commdocs.house.gov/committees/judiciary/hju68324.000/hju68324_0f.htm. Acesso em: 18 ago. 2025.

CONGRESSIONAL RESEARCH SERVICE. Brazil: Organized Crime and U.S. Policy Concerns. Washington, D.C.: U.S. Library of Congress, 2025. Disponível em: https://www.congress.gov/crs_external_products/R/PDF/R46236/R46236.10.pdf. Acesso em: 19 ago. 2025.

FERNANDES, Antônio Scarance; ZILLI, Marcos (org.). Terrorismo e justiça: os impactos do terrorismo na comunidade internacional e no Brasil. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2017.

GANOR, Boaz. Defining terrorism: is one man’s terrorist another man’s freedom fighter? Police Practice and Research, v. 3, n. 4, p. 287-304, 2002. https://doi.org/10.1080/1561426022000032060

HOFFMAN, Bruce. Inside terrorism. 2. ed. New York: Columbia University Press, 2006.

LAQUEUR, Walter. The new terrorism: fanaticism and the arms of mass destruction. New York: Oxford University Press, 1999.

MAKARENKO, Tamara. The crime–terror continuum: tracing the interplay between transnational organized crime and terrorism. Global Crime, Abingdon, v. 6, n. 1, p. 129-145, 2004. http://doi.org/10.1080/1744057042000297025

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional (Convenção de Palermo). Palermo: ONU, 2000. Disponível em: https://concordia.itamaraty.gov.br/detalhamento-acordo/10895. Acesso em: 18 ago. 2025.

SCHMID, Alex P. The Routledge Handbook of Terrorism Research. London: Routledge, 2011.

SHELLEY, Louise I. Dirty entanglements: corruption, crime, and terrorism. New York: Cambridge University Press, 2014.

UNIÃO EUROPEIA. Conselho da União Europeia. Decisão-Quadro 2002/475/JAI, de 13 de junho de 2002, relativa à luta contra o terrorismo. Jornal Oficial da União Europeia, L 164, p. 3–7 , 22 jun. 2002. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/EN/TXT/PDF/?uri=CELEX:32002F0475. Acesso em: 19 ago. 2025.

UNITED STATES OF AMERICA. Department of State. Country Reports on Terrorism 2019. Washington, DC: U.S. Department of State, 2019. Disponível em: https://www.state.gov/reports/country-reports-on-terrorism-2019/. Acesso em: 19 ago. 2025.

Publicado

2025-08-28

Cómo citar

PIMENTEL BARBOSA DE SIENA, David. TERRORISMO Y CRIMEN ORGANIZADO EN EL DERECHO BRASILEÑO: LÍMITES CONCEPTUALES Y REPERCUSIONES INTERNACIONALES. Boletín IBCCRIM, São Paulo, v. 33, n. 394, p. 11–14, 2025. DOI: 10.5281/zenodo.16943605. Disponível em: https://publicacoes.ibccrim.org.br/index.php/boletim_1993/article/view/2139. Acesso em: 25 abr. 2026.

Métrica

Artículos similares

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.